Facebook
Facebook
Google+
http://paixaosemfronteiras.com.br/gabriel-sater-entrevista
YouTube
Instagram

Novidades

25 março 2019
Gabriel Sater

Foto: Lucas Motta

“Eu ingressei na vida musical e artística inspirado no meu pai”, conta Gabriel Sater

O cantor Gabriel Sater é mais uma das boas surpresas das novas gerações. Com um repertório excelente e um talento que não passa despercebido, o artista de 37 anos colhe os frutos pela sua dedicação ao mundo da música. Em 2019, ele trará novidades para os seus fãs com shows de lançamento do novo CD e com a divulgação de novos videoclipes, um deles gravado em parceria com o cantor Sérgio Reis.

Em entrevista exclusiva à Paixão Sem Fronteiras, Gabriel Sater falou sobre a relação que tem com o pai, o cantor Almir Sater, e mais de uma vez deixou clara a importância dele para a sua carreira. “Meu pai sempre foi meu primeiro ídolo na música”, disse o artista.

Gabriel Sater encerrou a Turnê Indomável em fevereiro e também contou qual foi a importância desse momento para a sua carreira como músico. Ele ainda relembrou os desafios de ter interpretado o sertanejo Lucca, no filme Coração de Cowboy, e comentou sobre a importância do resgate da tradição da música brasileira. Leia a entrevista completa a seguir.

Gabriel Sater

Foto: Lucas Motta

Paixão Sem Fronteiras – Quando e como começou a sua relação com a música sertaneja?

Gabriel Sater – Nasci em São Paulo/SP, mas fui criado em Campo Grande/MS, uma região que recebe diversas influências musicais do Brasil e dos países próximos como Paraguai e Argentina. Cresci ouvindo um repertório bem eclético em termos de estilos musicais por conta da família musical que nasci e dessa região do país. Grande compositores da música sul mato-grossense (do regional ao moderno), do Folk, da MPB, clássicos latino-americanos e, claro, música caipira e sertaneja raiz brasileira.

 

PSF – Quem são os seus grandes ídolos?

GS – Meu pai sempre foi meu primeiro ídolo na música. Eric Clapton, Paco de Lucía, Renato Teixeira, Vicente Amigo, Milton Nascimento e Sá & Guarabyra.

 

PSF – Alguns artistas preferem não ser relacionados aos pais, como é isso para você? Como é a sua relação com o seu pai e qual foi a influência dele na sua trajetória profissional?

GS – Eu ingressei na vida musical e artística inspirado no meu pai. Nunca tive problema algum em ser lembrado e comparado a ele pois ele é um dos meus ídolos musicais, sou abençoado por ter nascido nessa família musical. Cresci ouvindo e estudando sua obra, então tenho muita influência da sua música. Temos uma relação ótima, procuro estar perto dele o máximo que posso e sempre com os ouvidos atentos para seus conselhos.

 

PSF – Qual é a sua opinião sobre o sertanejo moderno que foi do universitário para o funknejo, pagonejo, forrónejo e outros ritmos?

GS – Quando fiz a preparação para viver o astro da música sertaneja atual “Lucca” no filme “Coração de Cowboy” ouvi um pouco de tudo do estilo atual para compor o personagem e sua história. Vi vídeos de mais de 50 de duplas e artistas solo desse segmento. É um mercado gigantesco com milhões de fãs, que levam multidões aonde quer que vão.

 

PSF – Como foi para você participar do filme Coração de Cowboy?

GS – Foi uma das experiência mais incríveis da minha vida. Foi um ritmo super puxado durante a gravação e nos meses que antecederam. Vivi meses pro filme, acordava e dormia pensando em tudo relacionado ao “Lucca”. Amei o processo e quero trabalhar mais com cinema no futuro. Cada experiência como ator, traz uma avalanche de emoções e vivências para minha carreira artística.

 

PSF – Você acha que haverá um momento de resgate do sertanejo raiz? Qual é a importância disso para você?

GS – Independente do estilo musical, o resgate pela cultura musical na sua raiz, na sua tradição, é de extrema importância para que a nossa geração e as próximas tenham contato e acesso às riquezas atemporais. Em todos meus shows faço releituras de clássicos da música brasileira.

 

PSF – Qual é a importância da Turnê Indomável, o que ela significa para você e para a sua carreira?

GS – Os quatro shows do projeto da “Turnê Indomável” encerram com chave de ouro um ciclo muito especial na minha carreira, o ciclo do CD “Indomável” que foi lançado em abril de 2014.

 

PSF – Tem algum projeto profissional para este ano que você já pode contar?

GS – Após o último show da “Turnê Indomável” em Campinas/SP no dia 23/02, retomei os ensaios e produção do novo show “Quando For a Hora”. Dia 16 de maio tem show de lançamento do meu novo CD “Ao Vivo no MINIDocs” em São Paulo no Teatro Procópio Ferreira (patrocínio da Porto Seguro)  e da nova turnê “Quando For a Hora”. Esse novo ciclo iniciou-se com o lançamento do CD  em outubro/2018 nas plataformas digitais e com um show em Santo André. Uma novidade super especial é lançamento do meu novo videoclipe e single “Simbora Aceitar” com a participação especial do ícone Sérgio Reis em 2019, assim como outros clipes.

 

PSF – O que toca na playlist do Gabriel Sater?

GS – Toca meu pai, Sá e Guarabyra, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Paco de Lucía, Gisele Sater, Juanjo Dominguez, Vicente Amigo, Roberta Sá, Monique Kessous, Marisa Monte, Ana Rafaela,  Eric Clapton, Beto Guedes e desde ano passado a Lady Gaga & Bradley Cooper (trilha sonora do filme “Nasce uma Estrela”).

Leia também:

O novo sertanejo raiz de Zé Neto e Cristiano em parceria com Daniel

10 duplas para relembrar os clássicos do sertanejo raiz

Falta pouco para a primeira grande festa de rodeio de 2019

6 livros que contam a história de cantores sertanejos

 

 

Acompanhe nossas redes sociais
Facebook
Facebook
Google+
http://paixaosemfronteiras.com.br/gabriel-sater-entrevista/
YouTube
Instagram